Laboratório

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O uso da análise de solo e/ou foliar permite que o produtor tenha melhor rentabilidade em seu negócio, pois ele passa a conhecer as reais necessidades de sua lavoura e os investimentos necessários. Um resultado confiável associado a análise do engenheiro agrônomo resultam em racionalização das adubações e melhora no desenvolvimento das plantas e frutos, consequentemente, reduz o custo para o cafeicultor, pois com base nos laudos emitidos pelo Laboratório são calculados a calagem e adubação via solo e folha.

Hoje, o laboratório realiza cerca de 23 mil análises por ano e está credenciado a dois reconhecidos programas nacionais de qualidade, que referenciam as análises realizadas. O primeiro deles foi cedido pelo IAC – Instituto Agronômico de Campinas, no ano de 1996, para monitoramento de análises de solos.

Em 2004, o laboratório ganhou mais um selo mediante sua eficiência, através da Esalq/USP - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo. Com esse reconhecimento, a análise de folhas também passou a cumprir as exigências e critérios nacionais de qualidade.

Vale lembrar que todos os anos o laboratório passa por reverificação para continuar utilizando os selos. Em 2016 essa chancela já foi renovada e o laboratório conquistou novamente oconceito "A" tanto de análise foliar quanto de solo.

Veja a maneira correta para a retirada das amostras de solo

  • A amostra composta deve conter 500g de solo e representar no máximo 20 hectares;
  • Deve representar uma área uniforme do terreno, com talhões do mesmo modo, e preferencialmente com cafeeiros de variedades iguais e mesma época de plantio;
  • A amostra deve ser composta de uma mistura de várias porções de terra, tomadas de diferentes pontos de uma gleba (áreas cultiváveis) uniforme;
  • Deve estar na profundidade das camadas ou horizontes que sofrem alterações pelo emprego de fertilizantes, como por exemplo: no caso do cafeeiro já implantado, não se realiza a incorporação do calcário, as camadas analisadas devem ser definidas com seu agrônomo/técnico e podem ser: 0 a 5 cm; 0 a 10 cm; 0 a 20 cm; 20 a 40 cm; 40 a 60 cm;
  • O instrumento usado para retirada deve ser capaz de extrair as amostras uniformes, além de facilitar o manuseio, em terrenos arenosos ou argilosos, secos ou úmidos. No caso do café a sonda é um dos meios mais indicados;
  • As subamostras deverão ser misturadas e acondicionadas em recipientes limpos e livres de qualquer contaminação por adubos ou outros materiais e devidamente identificadas;
  • Separação de glebas uniformes: homogeneidade em relação à topografia, cor e tipo de solo, textura, cobertura vegetal, as condições de uso do solo, drenagem e outras características;
  • Evitar locais com manchas de solo, formigueiros, áreas mal drenadas e com acúmulo de esterco;
  • Evitar solos onde a adubação ocorreu a menos de 40 dias;
  • Nas culturas perenes, como o cafeeiro o período mais indicado para a análise é de março a abril, pois permite um bom planejamento para os tratos culturais pós-colheita (programação dos insumos).

Veja a maneira correta para a retirada das amostras de folha                      

  • As folhas devem ser retiradas do galho no centro da planta;
  • Os pares corretos são o 3º e o 4º;
  • As amostras devem ser acondicionadas em sacos de papel;
  • Enviadas ao laboratório no mesmo dia (quando não for possível colocá-las no refrigerador por no máximo dois dias).

 Atendimento laboratório: (16) 3711-6256